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	<title>O Endividado &#187; DECO</title>
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	<description>Tudo sobre o endividamento - aconselhamento jurídico</description>
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		<title>Endividamento e sobreendividamento, quais as diferenças?</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Aug 2011 01:43:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O sobreendividamento acontece quando uma pessoa, em situação devedora, está impossibilitada de proceder ao pagamento de uma ou mais dívidas, pois o montante total de créditos que contraiu é superior ao rendimento mensal que aufere. Esta situação tanto pode surgir de crise e défices orçamentais elevados, como a época actual em que nos encontramos como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sobreendividamento acontece quando uma pessoa, em situação devedora, está impossibilitada de proceder ao pagamento de uma ou mais dívidas, pois o montante total de créditos que contraiu é superior ao rendimento mensal que aufere. Esta situação tanto pode surgir de crise e défices orçamentais elevados, como a época actual em que nos encontramos como em épocas de elevado crescimento económico e taxas de desemprego baixas.</p>
<p>Este fenómeno causa instabilidade nas famílias não só a nível financeiro, mas também a nível emocional e social.</p>
<p>Contudo, estar endividado, não é o mesmo que estar sobreendividado. São dois conceitos distintos. O endividamento diz respeito ao saldo devedor de um agregado familiar. Uma pessoa sobreendividada encontra-se impossibilitada de pagar um ou mais do que um dos empréstimos que tem por cumprir, dado que o seu saldo devedor é superior ao valor do seu rendimento mensal. Normalmente, as pessoas sobreendividadas entram em situação de incumprimento. As instituições financeiras consideram que um cliente está em incumprimento a partir do momento em que este detém três ou mais prestações em atraso.</p>
<p>Numa situação de sobreendividamento, as famílias devem procurar apoio. A informação é essencial e há diversas medidas que as famílias podem tomar de forma independente. O recurso aos bancos e instituições financeiras para restruturação de créditos é outra das possibilidades. Por fim, em situações mais críticas devem recorrer ao Gabinete de Orientação ao Endividamento dos Consumidores ou à DECO. </p>
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		<title>Ensinar famílias a poupar</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 21:39:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Programa de Emergência Social (PES) apresentado esta sexta-feira, prevê acções de literacia financeira para ajudar as famílias a gerirem os seus rendimentos, uma iniciativa elogiada pela DECO, que considera importante o reconhecimento desta necessidade num momento de crise. O ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, anunciou uma acção de literacia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa de Emergência Social (PES) apresentado esta sexta-feira, prevê acções de literacia financeira para ajudar as famílias a gerirem os seus rendimentos, uma iniciativa elogiada pela DECO, que considera importante o reconhecimento desta necessidade num momento de crise.</p>
<p>O ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, anunciou uma acção de literacia financeira, estabelecendo e potenciando nas escolas &#8211; em articulação com instituições financeiras, parceiros sociais, autarquias locais e instituições sociais &#8211; protocolos para alertar as famílias para os riscos do sobreendividamento e para a importância da poupança.</p>
<p>Fernanda Santos, coordenadora do Departamento de Formação e Novas Iniciativas da DECO, disse à agência Lusa que a Associação de Defesa do Consumidor está já a desenvolver há dois meses e até Janeiro de 2012 uma campanha de literacia financeira intitulada «Gerir € Poupar», que visa fomentar a poupança e fornecer aos cidadãos as ferramentas que lhes permitirão tomar decisões financeiras informadas.</p>
<p>Questionada sobre a situação de sobreendividamento das famílias portuguesas, Fernanda Santos explicou que há cada vez mais pedidos de ajuda à DECO através do Gabinete de Apoio ao Sobreendividado.</p>
<p>Segundo os últimos dados da associação, nos últimos sete meses, 2.488 pessoas foram ajudadas pelo Gabinete de Apoio ao Sobreendividado da DECO e só durante o mês de Julho deram entrada 376 novos processos.</p>
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		<title>Famílias em dificuldade aumento, diz a DECO</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jul 2011 23:26:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na primeira metade de 2011, foram mais de 11 mil famílias as que pediram ajuda à Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO). Com os spreads elevados, associados à subida das Euribor, estão a tornar cada vez mais difícil o pagamento das prestações do crédito aos bancos. A DECO prevê que haja um &#8220;aumento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na primeira metade de 2011, foram mais de 11 mil famílias as que pediram ajuda à Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO).</p>
<p>Com os spreads elevados, associados à subida das Euribor, estão a tornar cada vez mais difícil o pagamento das prestações do crédito aos bancos. A DECO prevê que haja um &#8220;aumento significativo&#8221;, até ao final do ano, do número de famílias em dificuldade. </p>
<p>No limite, muitas terão de entregar a casa à instituição financeira.</p>
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		<title>Pedidos de apoio ao Gabinete de Apoio ao sobreendividado aumentam</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 22:14:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São já mais de 4000 as pessoas que recorreram no primeiro trimestre do ano ao Gabinete de Apoio ao sobreendividado (GAS) da associação de consumidores DECO, com pedidos de ajuda para fazer face às dívidas. Destes 4000, foram desencadeados 1015 processos de pessoas singulares que pretendem encontrar uma solução para o pagamento das suas dívidas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São já mais de 4000 as pessoas que recorreram no primeiro trimestre do ano ao Gabinete de Apoio ao sobreendividado (GAS) da associação de consumidores DECO, com pedidos de ajuda para fazer face às dívidas. </p>
<p>Destes 4000, foram desencadeados 1015 processos de pessoas singulares que pretendem encontrar uma solução para o pagamento das suas dívidas contraídas através de créditos. Estes são os processos que tinham viabilidade para o reequilíbrio das contas. Os restantes tinham já processos em tribunal ou a situação era tão grave que já não tem resolução possível a não ser a declaração da insolvência individual. </p>
<p>Este número é, segundo a DECO, superior aos de 2010, ano em que no mesmo período foram abertos 832 processos. O ano de 2010 teve ao todo 2.837 abertos.</p>
<p>É a crise, que se traduz no desemprego e na deterioração das condições laborais que são os principais factores para o agravamento da situação financeira destas famílias. Em 29,8 por cento dos casos o desemprego foi a causa das dificuldades, seguido da deterioração das condições laborais (21 por cento), de situação de doença (16,5 por cento) e situação de divórcio (9 por cento).</p>
<p>De acordo com a responsável do GAS, nestas condições difíceis de incumprimento dos compromissos financeiros estão famílias com rendimentos médios mensais na ordem dos 1500 euros. Mas existem igualmente casos de pessoas com rendimentos mensais que vão desde os 500 aos cinco mil euros.</p>
<p>Os dados estatísticos do Gabinete de Apoio ao sobreendividado da DECO relativos ao primeiro trimestre deste ano dão ainda conta que em 5,5 por cento dos 1015 processos iniciados, as famílias tinham mais de 10 créditos!</p>
<p>O pior é que situação tende a agravar-se, pois as famílias estão a ser confrontadas com o aumento do preço dos bens, com cortes salariais e ainda com o aumento das taxas euribor que levarão a um acréscimo das prestações mensais do crédito habitação. </p>
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		<title>Participação sobre uma solicitadora</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Mar 2011 23:41:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wanda soares</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se for possível gostaria que me informassem qual a tramitação de uma participação sobre uma solicitadora que apresentei na câmara dos solicitadores, por indicação da DECO. Fiz a participação à 1 mês. Como sei se esta situação está a ser tratada? Nunca recebi nada da câmara dos solicitadores. Tenho de constituir advogado ou posso eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se for possível gostaria que me informassem qual a tramitação de uma participação sobre uma solicitadora que apresentei na câmara dos solicitadores, por indicação da DECO. Fiz a participação à 1 mês. Como sei se esta situação está a ser tratada? Nunca recebi nada da câmara dos solicitadores. Tenho de constituir advogado ou posso eu própria obter informações na câmara dos solicitadores? Este assunto é tratado na câmara dos solicitadores ou no tribunal? No caso de ir a Tribunal sou convocada pela câmara dos solicitadores ou pelo Tribunal? Já agora, sabem se a câmara dos solicitadores trata mesmo destas participações? Muito Obrigada pelas informações que me possam dar. Com cumprimentos.</p>
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		<title>Reclamações</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 01:36:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para todos termos uma ideia da quantidade de cobranças insultuosas e algumas até ilegais resolvi colocar aqui alguns posts que vi pela net fora. “apresentada na deco deac 1644/06. Tenho recebido ameaças e insultos devido a um atraso de pagamento da minha parte de um valor de 45€ estive ausente do país por motivos muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para todos termos uma ideia da quantidade de cobranças insultuosas e algumas até ilegais<br />
resolvi colocar aqui alguns posts que vi pela net fora.</p>
<p>“apresentada na deco deac 1644/06.</p>
<p>Tenho recebido ameaças e insultos devido a um atraso de pagamento da minha parte de um valor de 45€ estive ausente do país por motivos muito pessoais,e esqueci-me de fazer pagamentos a este banco. Pois tenho recebido chamadas com muitos insultos e ameaças que vão participar ao meu patrão/chefe que tenho com eles um valor em dívida.</p>
<p>Além dos insultos de muito de mau gosto e porcos, do género caloteiro, irresponsável, assim como imbecil e inclusive chamaram-me de ”idiota caloteiro ignorante”</p>
<p>Nunca ouvi tal desrespeito parante clientes.</p>
<p>Eu recuso-me a pagar e agora já vão com atrasos de 145€ ( valor que tenho a pagar na totalidade a este banco é de 337€) quero que este assunto vá a tribunal e gostaria que este banco se explicasse parante as autoridades bancárias e judiciais; até que gostaria de saber que ética é que os bancos têm que respeitar inclusive o banco cetelem….</p>
<p>A pessoa que usou tais insultos chama-se Elisa Fernandes e penso trabalhar no Porto……..</p>
<p>Exijo um pedido de desculpas oficialmente seja nos jornais ou noutra parte que denuncie estas supostas impunidades..Porque verifica-se que quase ninguém é disciplinarmente responsabilizado por estas cenas que parece só acontecerem nos filmes em Holywood. ”</p>
<p>***********************************************************************************</p>
<p>“Venho por este meio divulgar a falta de profissionalismo por parte dos colaboradores da citibank, ao abordarem os seus clientes, isto é se tivermos a infelicidade como eu de não conseguir pagar as prestações isto porque estes senhores cobram juros por tudo e por nada, seguros de familia, seguros de protecção ao credito, juros por a prestação cada vez que vai ao banco não ser cobrada são 25 euros, deixam de mandar estratos de conta se não tivermos a divida regularizada ou seja se eles mandarem a prestação ao banco 5 ou 6 vezes são 25 euros que cobram de cada vez se nos descuidar-mos qualquer dia temos uma divida duas ou três vezes mais do que aquilo que devemos na realidade… se alguém não parar esta entidade muitas famílias irão ficar cada vez mais pobres e eles cada vez mais ricos, com tantas facilidades que eles dão para fazer um cartão de credito até uma pessoa que tenha um ordenado de800 euros pode ter um plafon de 8000 euros vejam só se numa entidade bancária nornal isto acontecia e muito mais há para contar..”</p>
<p>********************************************************************************</p>
<p>“Na necessidade de tentar vender o veículo referente ao contrato 610922 contactei a SOFINLOC em Dezembro de 2008 para pedir a anulação do seguro que estava anexado a prestação do mesmo. Contactei o serviço de apoio ao cliente o qual me informou que bastava apenas enviar um fax a pedir essa mesma anulação pois o seguro não era obrigatório e assim dessa maneira reduziria a prestação mensal desse contrato em 34.43€. Efectuei o envio desse mesmo fax pensando que esse assunto iria ser resolvido de imediato. Entretanto foi efectuando o pagamento por cheque das mensalidades mas já sem o valor do seguro.</p>
<p>Em Janeiro continuo a receber as cartas da Sofinloc a pedir o pagamento desse mesmo seguro em Fevereiro igualmente. Efectuo de novo reclamação através do apoio ao cliente o qual me transferem a chamada para a parte dos seguros onde dizem que o processo esta a ser analisado (3 meses) sem mais outra resposta. Continuo a aguardar.</p>
<p>Em Março continuo a receber as cartas e telefonemas dessa empresa com ameaças de contencioso, cobradores externos, etc, etc ao qual efectuo novas reclamações por fax e por telefone. Sempre respondi que não iria pagar esse seguro pois o mesmo foi anulado.</p>
<p>Contactei o Instituto Português de Seguros o qual tenho os documentos a fazerem prova disso, onde me foi informado que a viatura não possui seguro desde 01 de Janeiro de 2009, com a indicação ANULADO A PEDIDO DO CLIENTE</p>
<p>Em Maio efectuo o pagamento por cheque das prestações mas sem o valor do seguro. Pensando que estaria tudo liquidado recebo na minha empresa um cobrador externo dessa empresa a exigir os valores em atraso perante os meus clientes. Não efectuei qualquer pagamento a essa pessoa.</p>
<p>Em Junho de 2009 sou confrontado com uma mora no Banco de Portugal informação essa que me é fornecida pelo banco onde tenho as contas da empresa.</p>
<p>Contacto novamente a SOFINLOC e vou pessoalmente aos escritórios dessa empresa no Porto</p>
<p>Para meu espanto todos os pagamentos feitos por mim desde Janeiro até Maio eles retiraram sempre o valor do seguro que não existia ficando sempre as prestações em atraso.</p>
<p>Como precisava de uma declaração de não divida para desbloquear as minhas contas no meu banco e depois de muita revolta e muita reclamação tive que pagar todos esses valores em falta, pois disseram me que nada constava em como eu tenha pedido a anulação do seguro.</p>
<p>Tenho faxes enviados para essa empresa a pedir essa anulação varias reclamações etc, etc e dizem me que nada consta.</p>
<p>Apresentei nesse mesmo dia queixa no livro de reclamações pois paguei valores que não existem desde Janeiro. Nessa mesma delegação do Porto não me deram qualquer extracto com a informação dos valores que estava a pagar não me forneceram qualquer carta verde de seguro que tive de pagar e não existe.</p>
<p>Não tenho qualquer documento de seguro que eles dizem existir.</p>
<p>Essa queixa foi apresentada no dia 12 de Junho de 2009</p>
<p>Hoje estamos a 25 de Junho de 2009. Recebo nova carta a pedir o pagamento da prestação de Junho que anexo. Para meu espanto volto a receber o valor do seguro para pagar</p>
<p>Contacto novamente a SOFINLOC exigindo falar com o meu gestor de contrato LINO POLICARPO, que sempre se recusou a atender as minhas chamadas durante todo este tempo. Depois de muita insistência e reclamação o mesmo atendeu a chamada (que me ficam muito caras pois ate o numero de apoio dessa empresa gera lucros para a mesma sendo é uma linha 707 a qual tem custos elevadíssimos para que liga) o qual nada me soube responder apenas dizendo que eu já tinha a prestação de Junho em atraso no valor de 386.71€ com seguro incluído. Exigi a devolução dos valores pagos indevidamente</p>
<p>e a rectificação desta prestação. Fiquei a aguardar contacto do mesmo mas ate agora nem uma resposta.</p>
<p>Continuo a efectuar reclamação para essa linha, põem a minha chamada em espera e não me dizem nada apenas dizendo que tenho que aguardar por uma resposta.</p>
<p>Já estou a espera de uma resposta dessa empresa desde Janeiro e ate hoje a mesma apenas manda cobradores externos para a minha empresa e envia a informação para o Banco de Portugal com a indicação de mensalidades em atraso.</p>
<p>Liguei agora mesmo (9.55h) para o apoio a clientes exigindo falar com o meu gestor de conta Sr. LINO POLICARPO o qual apenas me exigiu o pagamento da prestação de Junho, após a minha insistência desligou me o telefone e ameaçou me que se iria encontrar pessoalmente comigo após lhe ter dito que não tinha competência para exercer a sua função de gestor pois não resolve a situação. Voltei a ligar e o mesmo disse me que não falaria mais comigo, ficando sem me responder e desligando o telefone.</p>
<p>Faço novamente nova chamada ao qual é reencaminhada para um Sr José Pedreira e o mesmo apenas me informou que já me enviou uma carta em resposta as reclamações que eu deixei no Porto, não me dizendo mais nada em relação ao seguro. Após bastante insistência o mesmo deixou de me falar não me respondendo ás perguntas ficando “mudo”.</p>
<p>Continuo assim sem qualquer tipo de resposta, pagando um seguro que não existe, e sem solução e ainda sou ameaçado por essas 2 pessoas”</p>
<p>************************************************************************************+</p>
<p>“Devido a uma incapacidade temporária de conseguir pagar a totalidade dos créditos que disponho, contactei a DECO no sentido de propor as entidades credoras, num período temporário de 6 meses uma mensalidade mais reduzida de molde a poder honrar todos os compromissos. A maior parte respondeu afirmativamente, e estes senhores apesar de continuar a fazer pagamentos de cerca de 150€ mensais, continuam com ameaças diárias e cobrarem despesas exorbitantes por a totalidade não ser paga. Já coloquei o problema às Funcionárias Carla Maria e Sandra Silva, mas nada resolvem..”</p>
<p>*************************************************************************************</p>
<p>“O meu nome é Célia XXXXXXXXXX, e sou cliente do Citibank através do cartão nº 4XXXXXXXXX, pretendo regularizar o pagamento da dívida a MUITOS ANOS assim como entendo que seja algo que pretendemos ambas partes. Visto não obter resposta a todas as dúvidas que formulei por telefone, e-mails e todas as cartas q enviei, inclusive a última carta (enviada dia 28 de Fevereiro via ctt), no site que ridiculamente não tem um endereço de e-mail para os clientes portugueses contactarem, já me tentei registar mas sabe-se lá porquê também não é possível, talvez para ir aumentando a continha do cliente mais uns dias não?! Venho tentar então por esta MAIS UMA VEZ!! Actualmente tenho um emprego a titulo independente e só é possivel a boa cobrança dos meus serviços a partir do dia 08 de cada mês, assim sendo, é-me completamente impossivel realizar o pagamento da respectiva divida dentro do prazo estipulado. Já várias vezes comuniquei esta situaçao por telefone com a intençao de apelar ao sentido de bom senso e justiça e pedir ajuda pelo facto de me cobrarem Comissao por Atraso de Pagamento e Juros. Lamentavelmente parece que este facto não foi considerado pelos serviços, até ao ponto de me dizerem para pedir dinheiro emprestado chegaram. Sou mãe solteira e os meus recursos financeiros não têm um panorama agradável. Também sei que “um problema existe quando o cliente não paga, e não quando paga tarde”. Tenho tentado de varias maneiras demonstrar a o meu desejo de cumprir com acordo estipulado, mas da parte deles não obtive NUNCA uma indicação nesse sentido, muito pelo contrario, sou tratada como uma cidadã incumpridora e irresponsável e quase ameaçada. Como poderão compreender, nada disso se confirma porque, uma vez mais, aqui estou a tentar encontrar uma solução benéfica para ambas partes. Já não utilizo o cartão à IMENSOS anos e estou à cerca de 2 anos a fazer pagamentos entre os 50 e os 150€ (fora todos os que fiz anteriormente) e até hoje o valor em dívida da minha conta MANTÉM-SE!?! É ridículo e já tenho muitos problemas… Venho, mais uma vez, pedir que (visto eu nem utilizar o cartão à ANOS) cancelem essa conta e me repartam o valor senão nunca mais acaba esta situação ridícula que me bloqueia o presente e o futuro! Não sei mais o que fazer nem onde me dirigir, vejo a conta a aumentar sem utilização sequer, desejo pedir um empréstimo e ir viver em paz com a minha filha e não consigo acima de tudo por causa do CITIBANK!! Estou desesperada e quero que me deixem em PAZ!!!!!”</p>
<p>Fonte: Quexas.pt</p>
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