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	<title>O Endividado &#187; Crédito Consolidado</title>
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		<title>Resolva todas as suas dívidas de crédito</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 01:38:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As despesas aumentam porque os preços sobem a cada dia que passa, mas os ordenados mantêm-se inalterados, complicando as situações económicas difíceis que várias pessoas já têm. A carteira fica mais e mais vazia a cada dia que passa, chegando aquela não desejada altura em que deixa de ser possível suportar os créditos que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As despesas aumentam porque os preços sobem a cada dia que passa, mas os ordenados mantêm-se inalterados, complicando as situações económicas difíceis que várias pessoas já têm. A carteira fica mais e mais vazia a cada dia que passa, chegando aquela não desejada altura em que deixa de ser possível suportar os créditos que se detém.</p>
<p>Quando os valores em dívida se acumulam e não se vê um final positivo no horizonte, a melhor solução é optar por cumprir uma série de medidas que devem ser previamente estabelecidas, cujo principal objectivo é essencialmente alcançar o regularizar de uma qualquer situação de maior aperto em que se possa ter envolvido no entretanto.</p>
<p>Apesar de não haver um “pacote” de medidas global único que assente na perfeição de modo genérico, mas há diversas cautelas que podem levar a que se melhore uma complicada situação financeira e/ou económica. As que se indicam em seguida são algumas delas e servem para qualquer pessoa que se veja aflita com os créditos. Por isso, leia-as atentamente e perceba até que ponto as pode aplicar na sua vida.</p>
<p>- Pare de comprar novos produtos ou serviços a crédito, sem olhar para trás, limitando-se a liquidar os que já possui, utilizando o crédito que ainda tenha disponível para pagar alguma prestação em que tenha dificuldade, mas só mesmo em último recurso;</p>
<p>- Não utilize cheques para efectuar pagamentos durante o período de sufoco do crédito e procure sempre que possível pagar em dinheiro, na hora. Quando isso não é viável, pondere se necessita mesmo de comprar o que pretende adquirir;</p>
<p>- Procure chegar a um acordo mais benéfico com pessoas a que deve alguma quantia, além das entidades bancárias e de crédito. Com todas estas, tente elaborar um plano de pagamento que não asfixie as suas finanças e o prejudique. Explique a sua situação e sensibilize-os para o momento complicado que está a viver, tentando obter prazos benéficos para ambas as partes;</p>
<p>- Recorra ao crédito consolidado só mesmo como última alternativa. Se esse for o caso, tenha em atenção que estará a empenhar-se por um logo período, pois embora consiga mais espaço de manobra nos meses vindouros, assume o compromisso de outro crédito, o que irá levar a ter maior cuidado e mais responsabilidade, porque passa a ter menos despesas com os créditos mensais, mas irá estar ligado a um crédito (o consolidado) por mais tempo.</p>
<p>Os conselhos referidos podem ser um passo importante para obter maior estabilidade económica e financeira, mesmo quando se está numa situação muito complicada. Contudo, apenas resultam quando é uma acção permanente e dela se retira uma lição: ponderar muito bem aquilo que se faz para não retomar o ciclo vicioso do crédito, incontrolável para muitas (e demasiadas) pessoas.</p>
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